O planeta que simboliza o amor, o prazer, os relacionamentos e o dinheiro, Vênus, inicia seu período retrógrado e vai permanecer assim até 12 de abril. Ele vai iniciar seu movimento retrógrado primeiro em Áries e logo após em Peixes. Dica: evite discussões.
A partir desse momento, uma fase de purificação, amor, reflexão e resolução de conflitos em nossos relacionamentos e autoestima se inicia. Também é um período bom para pensar em como administramos o dinheiro.
Uma maior importância as dinâmicas dentro dos casais ganham mais relevância. Pode existir dificuldades no relacionamento, também podem acontecer alguns rompimentos e pode surgir a presença de um ex-parceiro. Brigas desnecessárias devem ser evitadas. Quando Vênus começa seu retrocesso em Peixes, proporcionará um período de identificação do que é realidade ou ilusão.
Essas são as fases em que a pessoa pode ficar mais sensível e vulnerável.
É momento de dar uma pausa consciente para refletir antes de tomar ou não decisões.
Será que a lua cheia influencia nosso comportamento?
A lua é fonte misteriosa e eterna de fascínio, inspirando vários mitos e pesquisas ao longo da História, porém os esforços para descobrir sua influência na vida das pessoas persistem.
As lendas urbanas associam esses fenômenos com o aparecimento de lobisomens e mudanças no comportamento humano. No entanto, é fundamental para entender as crenças populares e o que é realmente respaldado por evidências científicas.
Há crenças de muitos séculos de alguns comportamentos como a agressividade e a instabilidade emocional são intensificados na lua cheia. Por causa disso que surgiu o termo lunático, oriundo da palavra latina que significa “lunar”.
Existem tradições que apontam que a lua cheia afeta o corpo, causando o aumento na gravidade de algumas doenças e mudança nos processos fisiológicos. Até hoje há lendas de que as mulheres grávidas são mais prováveis de dar à luz durante a lua cheia.
“Esse assunto já foi estudado diversas vezes e nunca foi encontrada relação entre a lua cheia e o aumento na quantidade de nascimentos. Entendo que os agricultores podem olhar para esse e outros aspectos da natureza, mas esse não é o nosso caso. Nós, médicos, trabalhamos todos os dias” justifica o obstetra com mais de 46 anos de experiência e 13 mil partos realizados, Mario Sebastiani.